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sábado, 12 de abril de 2014

Pacientes com diabetes podem ser identificados na cadeira do dentista?©2011 Associação Dental Americana.



No seu check-up odontológico regular, você espera que seu dentista examine seus dentes e gengiva para detecção dos sinais de cárie, doenças gengivais e até mesmo câncer bucal. Porém, pesquisadores da Faculdade de Odontologia da Universidade de Columbia dizem que seu dentista também poderia estar na linha de frente para identificar diabetes não diagnosticada ou pré-diabetes durante uma consulta odontológica de rotina.
Pesquisadores da odontologia recrutaram cerca de 600 novos participantes que consultavam uma clínica odontológica em Manhattan. Nenhum dos participantes (mais de 40 anos de idade  não hispânicos e brancos e mais de 30 anos hispânicos ou não brancos) haviam sido avisados previamente de que tinham pré-diabetes ou diabetes. Um total de 535 pacientes com pelo menos um fator de risco autodeclarado, incluindo histórico familiar de diabetes, hipertensão, colesterol alto ou sobrepeso/obesidade, receberam um exame periodontal e um teste simples de hemoglobina A1c da ponta do dedo. Os pacientes retornaram em visita posterior para um teste de glicose plasmática em jejum, um teste que detecta diabetes ou pré-diabetes.
Os pesquisadores constataram que dois fatores odontológicos – o número de dentes ausentes e a porcentagem de bolsas periodontais – eram eficazes na detecção de pacientes de risco que possuíam diabetes ou pré-diabetes não diagnosticadas.
“A doença periodontal é uma complicação inicial da diabetes e cerca de 70 por cento dos adultos norte-americanos consultam o dentista pelo menos uma vez por ano”, diz Dr. Ira Lamster, reitor da Faculdade de Odontologia da Universidade Columbia e autor principal do estudo.
“O reconhecimento precoce da diabetes tem sido o foco de esforços de colegas da medicina e saúde pública há anos, uma vez que o tratamento precoce dos indivíduos afetados pode limitar o desenvolvimento de muitas complicações sérias”, diz Dra. Evanthia Lalla, pesquisadora chefe do estudo. “Nossos achados oferecem uma abordagem simples que pode ser facilmente utilizada em todos os ambientes odontológicos”.
De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, a diabetes afetou quase 26 milhões de pessoas, quase 8,3 por cento da população, em 2010. Porém, menos de 19 milhões foram diagnosticados. Calcula-se que outros 7 milhões de pessoas não sabem ter diabetes – a sétima principal causa de morte nos Estados Unidos e a primeira de falência renal, amputações não traumáticas de membros inferiores e novos casos de cegueira entre adultos dos Estados Unidos. Pessoas com diabetes também têm risco aumentado de doença cardíaca e derrame.©2011 Associação Dental Americana. Todos os direitos reservados.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Terapia do sorriso: É científico, sorrir faz bem à saúde!

É científico, sorrir faz bem à saúde. O cérebro é induzido a produzir e liberar mais endorfina quando o indivíduo sorri. Esse neurotransmissor é responsável pelas sensações de prazer e bem-estar, além de ser um potente analgésico natural. O processo é semelhante ao que ocorre ao praticar exercícios físicos. Pode diminuir a pressão sanguínea, o estresse, além de estimular o sistema imunológico. Em uma pesquisa da Universidade Loma Linda, na Califórnia, 14 voluntários foram monitorados enquanto assistiam comédias. Foi possível perceber uma queda significativa nos hormônios que causam estresse, na pressão sanguínea e até nos índices de colesterol. Segundo os pesquisadores, a terapia do riso pode reduzir a incidência de doenças do coração e diabetes.    A antropóloga Mirian Goldenberg também pesquisou a risada no estudo ‘A Risada na Cultura Brasileira’. Na ocasião, 100 homens e 100 mulheres responderam um questionário. Mirian concluiu que a risada é vista como agente de cura da solidão e dos males da alma, que ajuda a viver, amar e aceitar as transformações do tempo. Mas, segundo o estudo, quem se beneficia mais desse bem são os homens - 84% disseram rir muito, contra 68% das mulheres. Ainda assim, 60% delas confessou que gostaria de rir mais.    Ajude o sorriso Muitas pessoas têm vergonha de seus dentes e tendem a não sorrir. Mas é possível dar um empurrãozinho na vida social investindo em uma reabilitação oral. “Quem busca reabilitação bucal já está, de certa forma, disposto a ter mais satisfação consigo mesmo, e isso é sinal de um estado psicológico saudável”, diz a terapeuta comportamental Martha Hübner, professora do Instituto de Psicologia da USP.
Fonte:Portal Terra

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Anatomia de um dentista

.Super memória
.Ouvidos sempre alerta
.Ombros amigo
.Disposição de atleta
.Mãos de anjo
.Coração amoroso
.Olhar acolhedor

Bom demais ser dentista!
Uma boa noite queridos.