Soprei ao vento uma porção de coisas boas pra vocês.Espero que chegue aí..Um grande abraço.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Vitamina D reduz o risco de cárie dentária em crianças - Fonte Portal Terra
Foto: Shutterstock
Estudos comprovam que o estilo de vida influencia diretamente na saúde do corpo e, consequentemente, na saúde da boca. Seguindo essa linha, a dieta de uma pessoa tem efeito sobre a estrutura de seu dente, que, quanto mais bem formados, mais resistentes às doenças.
A vitamina D tem desempenhado um papel importante no que diz respeito à saúde bucal. Isso porque, além de regular funções metabólicas e neurológicas, contribui para o fortalecimento dos dentes. Ocorre que esta vitamina é responsável pelo metabolismo do cálcio e fósforo, substâncias importantes para a mineralização dos dentes.
A fonte para a produção de vitamina D pelo organismo é a luz solar. O indicado é se expor ao sol durante 15 a 30 minutos, dependendo do tom da pele e da recomendação médica, antes das 10h, sem protetor solar. Após essa dose de UVB, é imprescindível o uso de protetor solar.
É com esse banho de sol que a vitamina D estimula a catelicidina, um importante antimicrobiano que fortalece as defesas do organismo e reduz processos inflamatórios. Isso inclui o combate às bactérias orais associadas à cárie dentária e a periodontite.
Com menos tempo passado ao ar livre e o uso constante de protetor solar, os níveis de vitamina D estão diminuindo até em crianças. Segundo o cirurgião-dentista, Luiz Octavio Benatti Jr., estudos associam a ingestão de vitamina D a uma redução de 50% de cárie em crianças. “Crianças que são deficientes em vitamina D podem ter a troca dos dentes de leite pelos dentes permanentes tardiamente”, afirma.
Também é possível aumentar os níveis de vitamina D no organismo com o consumo de alguns alimentos, como peixes, derivados do leite, cogumelos, fígado de boi, gema de ovo e vegetais verde escuro.
| Foto: Shutterstock |
domingo, 17 de novembro de 2013
Diabetes também afeta saúde bucal; saiba como tratar - Fonte : Portal terra
Os portadores de diabetes têm, aproximadamente, quatro vezes mais chances de sofrer com inflamações nas gengivas e perdas do suporte ósseo dos dentes
Foto: Shutterstock
O Dia Mundial do Diabetes, que serve como um alerta à esta doença silenciosa, é 14 de novembro. O que pouca gente sabe é que o descontrole do diabetes também pode acarretar em problemas bucais sérios.
Os portadores de diabetes têm, aproximadamente, quatro vezes mais chances de sofrer com inflamações nas gengivas e perdas do suporte ósseo dos dentes. Ocorre que, quando o paciente portador de diabetes está com a doença descompensada – aumento de glicose no sangue –, seu sistema imunológico fica deficiente, deixando-o vulnerável a processos infecciosos causados por bactérias e fungos. É este quadro que favorece o surgimento de doenças periodontais (gengiva). Já a periodontite, sendo uma doença infecciosa, causa resistência à ação da insulina, o que agrava o quadro de diabetes descompensada.
O cirurgião-dentista, Alexandre Fraige, diretor do Departamento de Odontologia da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD), tira as principais dúvidas sobre a relação entre diabetes e saúde bucal
Existem dentistas especializados em tratar diabéticos e evitar lesões?
Sim. Por isso, é fundamental que o portador de diabetes avise ao dentista sobre a sua doença. Assim, o profissional poderá tratá-lo da maneira adequada ou, caso não tenha essa especialidade, indicá-lo a outro dentista.
Sim. Por isso, é fundamental que o portador de diabetes avise ao dentista sobre a sua doença. Assim, o profissional poderá tratá-lo da maneira adequada ou, caso não tenha essa especialidade, indicá-lo a outro dentista.
Existem procedimentos odontológicos contraindicados para diabetes?
Não, mas existe a adequação dos procedimentos, que vai desde a escolha de anestesias e medicamentos até o procedimento mais efetivo para o caso. Por isso, é importantíssimo verificar níveis de glicemia e pressão arterial antes de procedimentos invasivos, bem como a correta utilização de métodos para manutenção da higiene bucal.
Não, mas existe a adequação dos procedimentos, que vai desde a escolha de anestesias e medicamentos até o procedimento mais efetivo para o caso. Por isso, é importantíssimo verificar níveis de glicemia e pressão arterial antes de procedimentos invasivos, bem como a correta utilização de métodos para manutenção da higiene bucal.
A obesidade aliada ao diabetes traz ainda mais risco para a saúde bucal? Não apenas a obesidade e a hereditariedade estão associadas aos fatores de risco para diabetes, mas também sedentarismo, estilo de vida e hábitos alimentares, além de distúrbios metabólicos. Em pacientes obesos e com colesterol alto, as moléculas de colesterol competem com as moléculas de insulina (junto aos receptores de insulina), o que eleva a glicose no sangue e acarretam em maiores riscos de desenvolvimento de processos inflamatórios generalizados, entre eles, as doenças periodontais
Quando o paciente portador de diabetes está com a doença descompensada aumento de glicose no sangue , seu sistema imunológico fica deficiente, deixando-o vulnerável a processos infecciosos causados por bactérias e fungos. É este quadro que favorece o surgimento de doenças periodontais (gengiva)
Foto: Shutterstock
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Ser Dentista...
Ser Dentista, aos meus olhos, não é apenas recuperar um sorriso, é RESGATAR SORRISOS que se perdem,é procurar entender cada detalhe de uma história confidenciada,e aí sim, trabalharmos juntos para esse grande momento.Estar com vocês é sempre um momento ESPECIAL!
Um forte abraço,
Cristina Gondim
Larga essa chupeta! Saliva abriga bactérias causadoras da cárie, diz resposta da ADA ao estudo sobre chupetas .(Via Colgate)
Alto lá, diz a Associação Dental Americana.
Lamber uma chupeta pode transmitir as bactérias causadoras da cárie dos pais para os filhos – aumentando a possibilidade de cárie dental quando as crianças crescerem.
A ADA publicou uma declaração em 6 de maio em resposta a um estudo sobre os benefícios imunológicos da saliva adulta recentemente publicado em Pediatrics, um periódico da Academia Americana de Pediatria. O estudo “não mostra o quadro completo de que a saliva adulta também pode conter bactérias que causam a cárie”, diz a ADA.
“Os dentes da criança são suscetíveis à cárie assim que começam a irromper”, diz Dr. Jonathan Shenkin, um odontopediatra do Maine e um porta-voz da ADA. “As bactérias causadoras da cárie, especialmente Streptococcus mutans, podem ser transferidas da saliva adulta para as crianças, aumentando o risco de desenvolvimento de cárie”.
O compartilhamento de utensílios domésticos com um bebê, ou ato de levar a chupeta à boca para limpá-la, também pode aumentar a probabilidade de transmissão das bactérias causadoras da cárie. Existem outras medidas que os pais podem tomar para ajudar as crianças a desenvolver o sistema imunológico, acrescenta Dr. Shenkin.
“O leite materno é altamente reconhecido como bom construtor da imunidade e também a forma de nutrição mais completa para bebês”, diz ele. “Esse é um fato com o qual a ADA e a AAP concordam”.
A ADA recomenda que os pais protejam a saúde bucal dos bebês promovendo uma dieta saudável, monitorando a ingestão de alimentos e bebidas, escovando os dentes e limpando as gengivas após as refeições e fazendo as crianças terminarem a mamadeira antes de irem para a cama. A ADA recomenda que as crianças façam a primeira consulta com o dentista até seis meses após a erupção do primeiro dente e antes de completar um ano de idade.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Ronco pode melhorar com orientação odontológica - Fonte Portal Terra
Nem todo mundo que ronca tem apneia, mas todos que têm apneia roncam. Essa frase traz consigo um alerta para a doença que atinge 33% da população adulta na cidade de São Paulo, segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Em 90% dos casos, a combinação de ronco frequente e alto com sonolência excessiva durante o dia é sinal de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS). A AOS é a obstrução da respiração por alguns segundos durante o sono. O fechamento da via aérea faz com que a pessoa pare de respirar por um período de, no mínimo, 10 segundos.
Especialistas classificam o grau da doença pelo número de interrupções totais por hora: leves (5 a 15), moderadas (15 a 30) e severas (acima de 30). “O dentista é responsável pelo tratamento em casos de ronco primário e quadros de AOS leve-moderada, em que o reposicionador de mandíbula e língua tem mostrado bons resultados”, diz a neurofisiologista, Stella Tavares, coordenadora da Neurofisiologia Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein.
Nos quadros graves, geralmente, o tratamento recomendado é a máscara conectada a um compressor de ar (CPAP). O aparelho faz uma pressão de ar que desobstrui a passagem e leva oxigênio até os pulmões. Como a pessoa não abre a boca para respirar, o ronco também é evitado.
Quando procurar ajuda
É hora de procurar um especialista quando o ronco é frequente, as noites são mal dormidas e o peso está acima do normal. O otorrinolaringologista é o principal profissional procurado para tratar a doenças, mas, hoje, há um esforço multidisciplinar para discutir a AOS, que conta com dentistas, cardiologistas, pneumologistas, neurologistas, entre outros.
É hora de procurar um especialista quando o ronco é frequente, as noites são mal dormidas e o peso está acima do normal. O otorrinolaringologista é o principal profissional procurado para tratar a doenças, mas, hoje, há um esforço multidisciplinar para discutir a AOS, que conta com dentistas, cardiologistas, pneumologistas, neurologistas, entre outros.
A polissonografia é o a exame que determina a doença. Ao passar uma noite em um instituto de sono, a máquina registra diversos parâmetros fisiológicos durante o sono – atividades cerebral e muscular, movimentos oculares, respiração, teor de oxigênio, eletrocardiograma, registro de ronco e posição corporal.
Evite
- Aumento de peso
- Bebidas alcoólicas e com cafeína no mínimo quatro horas antes de dormir
- Dormir de costas (barriga para cima)
- Refeições pesadas antes de dormir
- Fumo
Fotos: Shutterstock
Em 90% dos casos, a combinação de ronco frequente e alto com sonolência excessiva durante o dia, é sinal de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS)
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| Nos quadros graves, geralmente, o tratamento recomendado é a máscara conectada a um compressor de ar (CPAP). O aparelho faz uma pressão de ar que desobstrui a passagem e leva oxigênio até os pulmões. Como a pessoa não abre a boca para respirar, o ronco também é evitado |
| A apneia atinge 33% da população adulta na cidade de São Paulo, segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) |
Cada dia nasce de um novo amanhecer.Tenham um ótimo dia!
Que a cada manhã,você sinta em seu coração a certeza de que a vida lhe espera de braços abertos,para receber suas expectativas e realizá-las uma a uma!!!
Tá na hora ,vamos lá?
Um grande abraço,
Cristina Gondim
Tá na hora ,vamos lá?
Um grande abraço,
Cristina Gondim
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